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Reunião de Pais – Baleia Azul

Foi realizada uma reunião com os pais dos alunos dos Anos Finais com o objetivo de conscientizar a respeito dos cuidados a serem tomados com os emergentes jogos de desafios que vem surgindo pela internet nas redes sociais, tais como o jogo da Baleia Azul.

Durante o encontro foi apresentado um teatro a respeito do assunto, idealizado pela nossa turma do 9º Ano 1, como também, foi ministrada uma palestra por duas palestrantes convidadas.

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O nó do afeto

Em uma reunião de Pais, numa Escola da Periferia, a Diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos. Pedia-Ihes, também, que se fizessem presentes o máximo de tempo possível.

Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar a entender as crianças.

Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou a explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana.

Quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando ele voltava do serviço era muito tarde e o garoto não estava mais acordado.

Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família. Mas ele contou, também, que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho a que tentava se redimir indo beijá?lo todas as noites quando chegava em casa.

E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria.

Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.

A diretora ficou emocionada com aquela história singela e emocionante.

E ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.

O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras de um pai ou uma mãe se fazerem presentes, de se comunicarem com o filho.

Aquele pai encontrou a sua, simples, mas eficiente. E o mais Importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo.

Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento. Simples gestos como um beijo a um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais que presentes ou desculpas vazias.

É válido que nos preocupemos com nossos filhos, mas é importante que eles saibam, que eles sintam isso. Para que haja a comunicação, é preciso que os filhos “ouçam” a linguagem do nosso coração, pois em matéria de afeto, os sentimentos sempre falam mais alto que as palavras.

É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o ciúme do bebê que roubou o colo, o medo do escuro. A criança pode não entender o significado de muitas palavras, mas sabe registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um nó. Um nó cheio de afeto e carinho.

E você… já deu algum nó no lençol de seu filho, hoje?

Autor: desconhecido. Texto extraído de um folheto da Escola Irmã Catarina

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Rosa Heleno fecha a Semana da Família com piquenique

Um piquenique recheado de sorrisos, carinho, atenção, solidariedade e uma gostosa comilança fechou a
Semana  da Mobilização Social pela Educação.

Muitos pais se descolaram do Santa Regina piquenique (14)à área central do Espinheiros, onde está localizada a nossa escola, afastada da comunidade, para estar presente nesta tarde jundo de seus filhos e participar de mais uma ação social promovida com o objetivo de aproximar e estreitar os laços entre a família e a escola.

Tendo a criança como centro do processo, a meta foi alcançada,  uma vez que o envolvimento aconteceu de forma espontânea e prazerosa.

Parabéns aos pais pelo interesse e continue acompanhando a vida escolar de seus filhos!!

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Coluna Semanal – Família Educação

COMO PROTEGER MEU FILHO DE BULLYING???

bully3Há uma situação muito antiga que acontece com as crianças e jovens, e que só agora ganhou uma palavra para defini-la, é o “bullying”, que em inglês significa intimidação. O bullying é o uso do poder do mais forte para intimidar ou perseguir alguém.

Você deve estar perguntando, onde o bullying ocorre? Nos mais diversos locais, geralmente quando não há um adulto por perto. Na escola ocorre na entrada, saída, intervalo e no transporte escolar. Pode ocorrer ainda, no clube, na rua em festas e passeios.

O bullying aparece de várias formas e as vezes é difícil de identificar, porém os mais comuns são: agressão física, verbal, exclusão do grupo e humilhação pública.

Como identificar se o seu filho está sofrendo bullying

Fique atenta a mudança de humor repentina, a queda de rendimento escolar, a isolamento dentro de casa. Verifique se ele está evitando falar da escola, clube, ou amigos. Observe se o seu filho chega machucado, ou com hematomas frequentemente.

Use o horário do jantar para conversar sobre a escola, clube, etc, e pergunte a respeito de como foi o dia dele. Cuidado com o tom de voz que você usará, pois o seu filho estará atento a isso e pode sentir-se intimidado por você.

Faça perguntas do tipo:

  • 1) quais os amigos que fazem o lanche com ele no recreio?
  • 2) com quem ele fica durante as brincadeiras?
  • 3) se ele sabe o que é intimidação? (explique o que é)
  • 4) se alguém na sala dele sofre com intimidação e por parte de quem?
  • 5) se ele já foi vítima de intimidação por parte dos colegas?
  • 6) a professora já viu isso acontecer ou ela sabe que isso acontece?
  • 7) o que ele faz quando isso acontece com ele? E com os outros?

Como orientar os filhos a respeito do bullying

Ao tomar conhecimento que o seu filho está sofrendo intimidações, leve a sério e inicie um plano para orientá-lo a lidar com isso. Afinal enquanto mãe/pai é sua responsabilidade ensinar o seu filho como proceder. Aqui vão algumas dicas:

1. Parta para ação, não fique parada nem esperando a situação agravar-se

2. Ensine seu filho pelo exemplo. Pesquisas demonstram que criança que presenciam violência e agressão no lar são mais propensas a serem vítimas de bullying, ou ainda tornarem-se o `valentão`que intimidará outras pessoas.

3. Dê ao seu filho as pistas de como identificar o que é intimidação verbal, e física, assim ele saberá identificar quem não deve ser escolhido para amigo

4. Crie um ambiente que ajude seu filho a construir amizades. Os `valentões`geralmente focam naquelas crianças mais arredias, tímidas e sem amigos. Assim, você estará protegendo seu filho se ajudá-lo a ter bons amigos.

5. Pratique com o seu filho, como ele deve lidar com algumas situações de intimidação, caso elas ocorram. Lembre-se de praticar para que seu filho veja o jeito certo e errado de lidar com uma situação difícil.

6. Oriente seu filho a sempre buscar a ajuda de um adulto nestas situações. Deixe a Professora informada do que está ocorrendo para que ela possa lidar adequadamente com a situação.

7. Ajude seu filho a construir e elevar a auto estima, pois crianças com auto estima dificilmente deixam-se impressionar por intimidações. Por isso tenha sempre palavras positivas para o seu filho, motive-o, celebre os sucessos dele, esteja sempre pronta a apoiá-lo, alegre-se com os talentos e habilidades dele. Faça-o sentir-se seguro e acolhido.

Lembre-se, o bullying ocorre porque os `valentões` sabem detectar os pontos fracos dos outros. Eles observam as crianças que apresentam dificuldade de se relacionar, de fazer amizades, descobrem aquelas que mostram-se inseguras e que querem agradar a todo custo.

Por isso não deixe o caminho aberto para os `valentões`humilharem o seu filho, feche essas brechas alimentando a auto estima do seu filho, só assim ele ficará imune a esse tipo de agressão.

Colaboradora: Nádia Calomeno – Orientadora Educacional
Fonte: http://comoeducarosfilhos.com.br/como-proteger-meu-filho-de-bullying/

Coluna Semanal – Família Educação

DICAS PARA FORTALECER O VÍNCULO COM OS FILHOS

vinculo3Todo relacionamento precisa ser nutrido para tornar-se forte e duradouro. No relacionamento com os filhos é a mesma coisa, por isso ao preocupar-se em demonstrar gestos de carinhos para os seus filhos, farão com que eles sintam-se especiais e amados profundamente.

É muito fácil devido a correria do dia a dia encontrar tempo e motivos para demonstrar o nosso amor pelos filhos, porém são esses pequenos gestos que aprofundam e estreitam o vínculo com eles.

Quero compartilhar com você pequenos gestos carinhosos que não custarão nada, porém causarão um grande impacto no dia dos seus filhos.

Gestos esses que mesmo que você passe o dia todo fora no trabalho, ainda assim eles sentirão a sua presença e o seu toque de amor.

Talvez você queira começar tentando apenas um dos gestos abaixo. Ou talvez ainda, você possa escolher tentar um gesto diferente em cada dia deste mês.

Uma coisa é certa, não importa quantos gestos você demonstre por dia, o fato é, seus filhos vão apreciar muito suas novas atitudes carinhosas.

  • Coloque bilhetinhos carinhosos dentro da lancheira, gavetas e mochilas
  • Diga-lhes, pertinho da orelha, “ Eu te amo” pelo menos uma vez ao dia
  • Dê a eles um apelido carinhoso que será usado sempre em família
  • Reserve pelo menos 15 minutos para saber como foi o dia deles
  • Deixe uma barra de chocolate no travesseiro deles
  • Assista com eles vídeos de quando eles ainda eram bebês
  • Planeje uma tarefa para ser feita junto com eles. Ex. banho no cachorro
  • Faça massagens em seus pés
  • Brinque a brincadeira favorita deles até eles se cansarem
  • Deixe-os ficar um pouco mais tarde com você esta noite
  • Conte-lhes histórias bonitas de quando eles eram mais novos
  • Vá na Reunião de Pais e deixe um bilhete para eles retirarem no dia seguinte
  • Prepare uma refeição com a comida favorita deles
  • Faça um bolo com o nome deles e coloque seu recheio predileto
  • Decore o cobertor deles com seus personagens favoritos
  • Olhe-os nos olhos e diga-lhes o que você ama neles
  • Surpreenda-os no aniversário deles e mande entregar um bolo na escola
  • Faça uma caminhada junto com eles
  • Dê-lhes um bilhetinho valendo 10 abraços
  • Faça cócegas neles em momentos que eles não esperam
  • Elogie-os na frente de outras pessoas
  • Coloque a música favorita e dance com eles no meio da sala
  • Ore com eles e agradeça a Deus pelo presente maravilhoso que você recebeu

Colaboradora: Nádia Calomeno – Orientadora Educacional
Fonte: http://comoeducarosfilhos.com.br/23-dicas-para-fortalecer-o-vinculo-com-os-filhos/

 

Coluna Semanal – Família Educação

Como ajudar um adolescente tímido?

A adolescência pode ser um dos períodos mais timidez3duros na vida de uma pessoa. Afinal é na adolescência que o jovem encontra-se face a face com a tarefa de ter que criar e cultivar as próprias amizades. Algo que até então havia sido feito sempre com a ajuda dos pais e professores.

Assim se o adolescente não for popular, atraente, ou descolado, ou tudo isso junto então é um forte candidato a ser deixado de lado, marginalizado pelo grupo.

Os adolescentes tímidos, em especial, sofrem por não serem aceitos, e por não participarem de um grupo, o que acaba resultando em baixa auto-estima. Veja abaixo como você pode ajudar o seu filho a desenvolver um maior traquejo social:

timidez1Converse com seu filho e procure investigar a respeito dos sentimentos dele, e principalmente acerca das razões que fazem com que ele tenha um comportamento retraído junto a outros jovens,

Ajude seu filho a superar a timidez, e propicie atividades que ele tenha que realizar em grupo, como por exemplo: envolver-se com o grupo de jovens da igreja, participar do grupo de escotismo, praticar esportes,

Pergunte ao seu filho se ele gostaria de convidar algum amigo para visitar a sua casa. Você pode ajudá-lo a planejar o lanche da tarde para alguns amigos. As meninas amam realizar a noite do pijama.Outra idéia é planejar uma tarde com pipoca e DVD ou Game,

Encoraje seu filho a juntar-se a um grupo onde os interesses sejam semelhantes, por exemplo: grupo de teatro, xadrez, corrida, história em quadrinhos, etc,

Faça-o sair da zona de conforto. Em muitas situações, com medo de fracassar, os jovens não tentam novas experiências, e acabam por não adquirir as ferramentas necessárias para lidar com situações similares que ocorrerão no futuro. Por isso algumas vezes você terá que forçá-los a fazer algo,

Quando um criança chega na pré-adolescência, pode ser doloroso para os pais observarem que o filho é tímido e que por isso está sendo deixado de lado pelo grupo de amigos.

O jovem tímido apresenta insegurança e baixa auto-estima, e esta situação é algo muito grave, pois revela que no seu desenvolvimento emocional existe uma lacuna, precisando ser preenchida, eu diria até alimentada.

Talvez você esteja preocupando-se apenas com que ele cresça fisicamente sadio, que tenha bom desempenho acadêmico, porém, não está oferecendo a ele a oportunidade de construir a sua auto estima ,de modo que ele possa ter as ferramentas emocionais necessárias para iniciar relacionamentos.

Cabe aos Pais ajudar os filhos a desenvolverem-se em todas as áreas. Afinal chegará a hora que ele terá que voar sozinho, mas isso só será possível se além de ter criado asas, ele tiver a segurança e ousadia para alçar voo.

Colaboradora: Nádia Calomeno – Orientadora Educacional
Fonte: http://comoeducarosfilhos.com.br/como-ajudar-um-adolescente-timido/

Coluna Semanal – Família Educação

MÃES QUE TRABALHAM FORA

Existem muitos conflitos envolvidos com a questão de MAESQUETRABALHAMFORAtrabalhar fora e educar os filhos. Ser mãe pressupõe, educar os filhos, cuidar da casa, cozinhar, fazer a as compras, ser esposa, enfermeira e além do mais, a mãe que trabalha fora ainda tem que dar conta das pressões que envolvem ter uma carreira para cuidar.

Como encontrar tempo para desempenhar todas estas tarefas e ainda trabalhar 40 horas semanais? Como conciliar esses dois papéis?

Muitas vezes os conflitos de ser uma mãe que trabalha fora e ser a mãe que educa os filhos causam stress e desequilíbrio familiar. Assim, como pode uma mulher lidar com esses conflitos de interesses?

Quando você estiver no trabalho, procure deixar de lado o lado mãe e concentre-se no que está fazendo, do mesmo modo quando estiver em casa seja apenas a mãe.

Claro que, muitas vezes é mais fácil falar que fazer, por isso aqui vão algumas sugestões que podem ajudar:

– Mande as crianças arrumarem as roupas do dia seguinte na noite anterior. Isto evitará o estresse matinal de ter que procurar pelas coisas e não saber onde estão,

– Ajude as crianças a preparar o lanche que levarão para a escola na noite anterior. Aproveite para deixar a mesa do café da manhã arrumada, assim você ganha tempo.

– Providencie uma mesinha perto da porta de saída da casa, e oriente as crianças para que quando finalizarem os trabalhos de escola deixe-os sobre a mesinha. Isso evitará que no último minuto eles não se lembrem onde deixaram os trabalhos.

– Prepare um cardápio de pratos que preparará na semana, ao sair as compras tenha esta lista em mãos. E sempre na noite anterior, já deixe os ingredientes separados para facilitar quando você chegar.

– Uma vez que o caos da manhã tenha terminado ao deixar as crianças na escola, coloque uma música relaxante no carro, assim você já se acalma antes de chegar ao trabalho,

– Deixe sempre o número de telefone celular e do trabalho, na escola, com a babá e com a empregada. Assim, sempre que precisarem de algo ou acontecer alguma coisa, serão esses adultos que ligarão para você, evitando assim que as crianças fiquem ligando o dia inteiro por qualquer motivo.

– Transforme as refeições em família em um hábito. Desligue a TV, o rádio e apenas aprecie a companhia dos entes queridos. A hora das refeições é um excelente momento para estreitar os relacionamentos familiares. Não será fácil da primeira vez, mas valerá a pena empenhar-se em construir esse hábito.

– Envolva todos da família nos afazeres domésticos, assim você não fica sobrecarregada tendo que realizar todas as tarefas.

– Invista no tempo de qualidade com os filhos, pois se o relacionamento estiver fortalecido, você se estressará menos pois não terá que lidar com as birras, malcriações e brigas.

O trabalho é apenas um meio e não um fim!

Mother Coming Home to Daughter --- Image by © Edward Bock/Corbis

Mother Coming Home to Daughter — Image by © Edward Bock/Corbis

Colaboradora: Nádia Calomeno – Orientadora Educacional
Fonte: http://comoeducarosfilhos.com.br/maes-que-trabalham-fora/

Coluna Semanal – Família Educação

A LIÇÃO DE CASA NÃO PRECISA SER UM PESADELO

Você odeia a hora da lição de casa? Seus filhos também? Devo admitir, essa hora é considerada o pior momento do dia para muitas famílias.

Ao chegar do trabalho, você já se depara com seu filho a sua espera para realizar as tarefas da escola. Então você já se desespera, pois chegou cansada , tem as tarefas de casa para fazer, o jantar e ainda ter de ajudar na lição.lição1

Então você respira fundo se enche de paciência e começa. Hoje é lição de matemática, seu filho parece não entender nada, para você então tudo aquilo parece grego. Duas horas depois a paciência inicial já foi embora e a lição ainda nem começou.

O jantar ainda não está pronto e a sua cabeça parece que vai explodir. Quando você se dá conta, já está no meio de um pesadelo: seu filho chorando e você nervosa gritando. Lá se foi o restinho de paciência e auto controle.

Mas, tenho ótimas notícias, o pesadelo pode acabar ainda hoje! Selecionei dicas preciosas para você colocar em prática, e tornar a hora da lição de casa o momento mais tranqüilo do dia. Quer ver como?

1. ”A Professora não explicou essa matéria“

Talvez seja esta fala que o seu filho dirá diante da lição. Saiba que, jamais a Professora enviará lição de casa sem antes ter explicado e trabalhado em sala de aula. Por isso averigue no caderno ou no livro didático quando foi trabalhado aquele conteúdo e veja como seu filho realizou os exercícios em sala de aula. Isso já será um indicador para saber se ele sabe o que deve ser feito ou não.

Caso ele não saiba, escreva um bilhete para a Professora informando, assim ela traçará novas estratégias em sala de aula para auxiliá-lo.

2. “Tenho que levar amanhã senão vou levar zero”

Com esta fala o filho faz transfere o problema dele para a mãe. Resultado: muitas mães acabam fazendo a lição do filho. Agindo assim você está errando, e ensinando a ele o jeito distorcido de resolver as coisas. Se ele sabe a lição e não fez, que então sofra as conseqüências, em casa, e na escola. Se ele não fez porque não sabe, então a Professora saberá onde ele precisa de ajuda.

3. Professora manda muita/pouca lição de casa:

Dependendo da idade da criança as lições podem variar de 15 a 40 minutos para o Fundamental I (1º. Ao 5º. Ano) e ir aumentando para até 1.30 do Fundamental II (6º. Ao 9º ano) ao Ensino Médio.

Por isso nada de ficar 3 horas esperando seu filho fazer a lição.

Saiba que a função da lição de casa não é preencher o dia da criança para deixá-la ocupada.

4. Porque ele não faz a lição sozinho?

Um dos motivos do seu filho esperar por você é simples: ele quer a SUA companhia. Por isso aproveite esse momento para uma interação agradável com seu ele.

Uma dica para esta hora do dia é revezar com o Pai, e cada dia um fica encarregado de ajudar na lição. Afinal os filhos precisam interagir com os dois e não apenas com a mãe.

5. Materiais para a lição de casa:

Separe um cesto ou uma caixa, tudo o que puder ajudá-lo na hora das tarefas. Conforme a idade e série providencie: Revistas velhas e encartes de supermercado, tesoura, cola, dicionários, régua, fita adesiva, corretor, jogos de encaixe, quebra cabeça, enciclopédia, etc. Mantenha esta caixa próxima ao local onde as tarefas serão realizadas.

Colaboradora: Nádia Calomeno – Orientadora Educacional
Fonte: http://comoeducarosfilhos.com.br/a-licao-de-casa-nao-precisa-ser-um-pesadelo/

Coluna Semanal – Família Educação

Estilo de Pais

pai_filho-300x200Pai e Filho, sem exceção, têm uma maneira específica de interação. Às vezes essas interações são altamente positivas, em outras são ineficazes e desgastantes.

Seu estilo influencia fortemente a dinâmica dos seus relacionamentos familiares e determina o quanto você está sendo bem sucedido enquanto pai e enquanto família.

Você já ouviu alguém lhe dizer que você é rígido? Permissivo? O que isso está acarretando no comportamento dos seus filhos ? O problema está na sua atitude ou na atitude dos seus filhos?

O fato é: você precisa encarar esse relacionamento de forma diferente empenhando-se e dedicando-se mais a ele. Quais atitudes suas estão diretamente ligadas ao comportamento do seu filho? Avaliando esta questão, você descobrirá como eliminar os momentos de confronto e de conflitos que acabam desgastando você.

Saiba que, o seu estilo de Pai está diretamente ligado ao comportamento do seu filho. Quer ver como?


Pais  Mandão e autoritário é igual a Filhos Passivos

Pais Negligente e Permissivo é igual á Filhos Rebeldes

Pais Assertivo é igual á Filhos Cooperativos


ESTILOS MAIS COMUNS DE PAIS

– Autoritário

Estes pais tipicamente :

• Mandam demais nos filhos
• Tem sempre expectativas muito altas
• Aplicam conseqüências muito duras a qualquer tipo de falta
• Insultam os filhos
• Sempre fazem ameaças e usam de intimidação
• Permitem o mínimo de liberdade aos filhos

Estas crianças frequentemente revoltam-se contra os pais ou recorrem a outros meios para escapar desse jugo através do álcool e drogas ou ainda afastam-se da família.

Tendem, também, a apresentar dificuldades de relacionar-se socialmente e em muitos casos apresentam baixa auto-estima.

– Negligente e Permissivo

Estes pais tipicamente

• Colocam quase nenhum limite nos filhos
• Permitem que os filhos dirijam a família
• Jamais falam não e os filhos jamais sofrem as conseqüências
• Não reforçam as regras
• Cedem as birras e argumentos dos filhos
• Não dispõem de regras e disciplina no lar
• Quase não se envolvem e nem participam da vida dos filhos

Estas crianças crescem fazendo o que bem entendem. Apresentam dificuldades de auto controle e quando ficam mais velhas são difíceis de estabelecer e manter um relacionamento duradouro.

– Assertivo

Estes pais tipicamente

• Dão aos filhos opções de escolha sempre que possível
• Ajustam limites firmes e razoáveis dentro do lar
• Estabelecem as conseqüências para cada situação
• Deixam claro as expectativas e reforçam as regras
• Participam do dia a dia dos filhos
• São carinhosos, motivam e apóiam os filhos

Estas crianças tendem a ser melhores ajustadas e conseguem enfrentar com mais desenvoltura as situações sociais. Tornam-se socialmente responsáveis, apresentam auto estima elevada e geralmente são mais seguras e determinadas.

Se com o estilo que você tem atualmente, está obtendo resultados positivos, o meu conselho é: não mude, continue fazendo a mesma coisa. Porém, se o seu estilo de educar os filhos não está correspondendo as suas expectativas, então é melhor rever o que precisa ser mudado.

Saiba que os nossos filhos reagem ao tipo de pai e mãe que somos. O comportamento deles é fruto do nosso estilo de ensiná-los, por isso, se você quer mudar o comportamento deles a primeira pessoa que deverá mudar é: Você.

Colaboradora: Nádia Calomeno – Orientadora Educacional
Fonte: http://comoeducarosfilhos.com.br/estilos-de-pais/