Semana da Mobilização Social – Família na Escola

Abertura da Semana da Mobilização Social nesta segunda-feira, dia 19 de setembro, com homenagem cívica e uma oração pelas famílias.

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O que é a Mobilização Social pela Educação?

É o chamado do Ministério da Educação (MEC) à sociedade para o trabalho de mobilização das famílias e comunidades pela melhoria da qualidade da educação e pela garantia do direito de aprender a todos os brasileiros.

A Mobilização é pautada pelas ações previstas no Plano de Mobilização Social pela Educação do MEC, que oferece orientação e incentivo a lideranças sociais, gestores da educação pública, profissionais da educação e representantes de segmentos organizados, entre outros, para a realização de ações norteadas pelo diálogo com as famílias a respeito da importância da educação e do acompanhamento, por parte dos pais, na vida escolar dos filhos.

Saiba mais sobre o Plano de Mobilização Social pela Educação e sua implementação.

Acesse o documento do Plano de Mobilização Social pela Educação.

Educação como valor social

Uma sociedade se torna uma nação quando é capaz de responder aos desafios postos pela história. No caso da educação, uma das grandes tarefas da democracia é fazer desse serviço um bem público, entendendo-se que somente quando for oferecida com a mesma qualidade em qualquer escola do País será possível dizer que nessa sociedade existe educação pública.

Quando a sociedade incorporar a educação como valor social e se mobilizar para que todos e cada um dos brasileiros tenham educação de qualidade será possível responder a esses desafios. Essa é a razão para o chamado feito pelo MEC aos diversos segmentos sociais para que participem do esforço pela implementação do Plano Nacional de Educação (PNE) em prol da melhoria da educação brasileira.

Foco da Mobilização

• Famílias: pais, mães e responsáveis por alunos das escolas públicas da educação básica
• Conselhos Escolares
• Escolas:diretores, professores, coordenadores, demais profissionais

Prioridades para a Mobilização

• Comunidades no entorno de escolas com os mais baixos Ideb
• Municípios considerados prioritários pelos seu baixo Ideb e periferias das capitais e grandes cidades

Lógica da Mobilização

• Atividades: resultados da leitura das diretrizes do Plano de Mobilização Social pela Educação
• Atores-chave: lideranças dos diversos segmentos sociais e voluntários (mobilizadores)
• Público a ser mobilizado:
– famílias e comunidade
– escolas e conselhos escolares
– órgãos de controle e proteção à criança e ao adolescente

mobilizacaoEstratégia da Mobilização

• Abertura de novas frentes
• Capacitação de mobilizadores em oficinas e definição de Planos de Ação
• Capacitação de Multiplicadores para formação de novos mobilizadores locais
• Lançamentos do Plano de Mobilização
• Criação de Comitês de Mobilização
• Monitoramento das ações planejadas
• Divulgação e disseminação das ações realizadas
• Formação da rede de mobilizadores

Instrumentos da Mobilização

• Plano de Mobilização
• Manual
• Oficinas
• Cartilhas, panfletos e cartazes
• Indicadores de monitoramento das atividades

Homenagem Cívica – Independência do Brasil

Independência do Brasil

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Dia do Fico

Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta ideia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : “Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico.”

O processo de independência

Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembleia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o ” cumpra-se “, ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.

O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembleia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.

Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : ” Independência ou Morte !”. Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

(fonte: http://www.suapesquisa.com/independencia/)

Apresentações de Alunos e Banda da Escola.

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